Cruzeiro nadou nadou e nadou, mas morreu na praia
Argentinos e Brasileiros fizeram um bom jogo. O Cruzeiro dominou a partida em seu meio campo, comandou as jogadas de maior perigo mas raramente consegui furar o bloquei do Estudiantes que é um time bastante aguerrido e que marca muito bem.
O primeiro tempo passou em branco e com o passar dos minutos era perceptível o nervosismo do time mineiro que começou a errar alguns passes no meio campo e dar o contra-ataque aos hermanos que não têm muita qualidade no passe e nas finalizações, porém, tem força de contade, são catimbeiros e ainda contam com um pouco de sorte.
No início do segundo tempo, o Cruzeiro, de tanto pressionar, achou um gol que saiu de um chute de longa distância e desviou em um zagueiro antes de balançar as redes. O gol viria para acalmar os animos e dar tranquilidade, uma vez que obrigaria o Estudiantes a sair pro jogo e deixaria o contra-ataque par o time brasileiro. Engano, pois, faltou comando do técnico, sobrou mais nervosismo em campo quando logo em seguida o Estudiantes empatou em falha da defesa mineira e aí desandou tudo, nada mais funcionava no Cruzeiro e os argentinos viraram o jogo.
Ao Cruzeiro e aos Galvãos Buenos que dizem "O Cruzeiro é o Brasil na Libertadores", aquela lição de sempre, ninguém ganha jogo de véspera. Essa postura, por mais negada que fosse foi o grande inimigo dos mineiros e na minha humilde opnião, é fruto de um técnico fraco para um ótimo elenco.
Nessas horas, o que mais se precisa extrair de um técnico não é uma jogada ensaiada ou um posicionamento, é necessário ter um bom jogo psicológico, o que treinadores como Muricy, Mano Menezes, Felipão, etc sabem fazer muito bem.
Amanhã comento a décima primeira rodada do Brasileirão que já começou ontem, e muuuito imprevisível. (Grêmio perde para o Coritiba, Goiás perde para o Avaí... Dá pra entender?)
16 de julho de 2009
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Nenhum comentário:
Postar um comentário